...que senti há algum tempo atrás.
Solidão...
Bons momentos levam-me a abandonar-te.
A alegria começa á aparecer,
Logo, volta-te com robusto vigor.
Tal emoção que desejaria não conhecer.
Precisamente inversa à do afortunado,
Aquele que ama e é amado...
Impossível enunciar seu fim.
Pudera eu cuidar de meu jardim.
Extrair e alojar tudo que me convém.
Mas a Erva Daninha insiste no lugar de outrem.
“ Ó, desprezada solidão, quando irás? ”.
Preciso que leve consigo a tristeza.
Finalmente, minh’alma aflorará leve brisa e paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário