domingo, 5 de dezembro de 2010

Solidão...

...que senti há algum tempo atrás.

Solidão...


Bons momentos levam-me a abandonar-te.
A alegria começa á aparecer,
Logo, volta-te com robusto vigor.
Tal emoção que desejaria não conhecer.
Precisamente inversa à do afortunado,
Aquele que ama e é amado...

Impossível enunciar seu fim.
Pudera eu cuidar de meu jardim.
Extrair e alojar tudo que me convém.
Mas a Erva Daninha insiste no lugar de outrem.
“ Ó, desprezada solidão, quando irás? ”.
Preciso que leve consigo a tristeza.
Finalmente, minh’alma aflorará leve brisa e paz.

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